ANPM deixa Movimento Nacional da Advocacia Pública por discordar de publicação com viés eleitoral

A ANPM ingressou no Movimento Nacional da Advocacia Pública (MNAP) com a convicção de que, apesar das peculiaridades de cada carreira, havia uma pauta comum capaz de reunir todas as carreiras jurídicas de Estado dos entes federados em torno de lutas e ações convergentes para o fortalecimento e avanço no sentido de uma advocacia pública competente, comprometida, estruturada, prestigiada e, acima de tudo, independente.

A ANPM ainda possui a mesma convicção de que a independência necessária ao bom exercício dos misteres profissionais da advocacia pública é aquela que impõe à representação de classe autonomia em relação à política partidária. A advocacia pública serve ao Estado, defendendo-o e até assessora o governo legitimamente eleito para dirigi-lo, mas não deve se vincular a partidos ou facções político-partidárias, sob pena de perder seu norte.

Esta crença, e a de que um movimento desta natureza somente pode ser conduzido em direção a objetivos comuns de todos os seus integrantes, faz com que, por repudiar a conduta da Coordenação do MNAP, que não apenas o utilizou como meio de divulgação promovida e paga de mensagens de cunho político-partidário, sem prévio consenso das entidades integrantes, como ainda afirmou ser incapaz de evitar a imposição desta situação a todo o grupo, a ANPM informa aos seus filiados que se desliga do Movimento Nacional da Advocacia Pública, sentindo-se no dever de declinar os motivos pelos quais assim procedeu e também de informar que, antes desta deliberação, envidou todos os esforços consensuais e propositivos no sentido de evitar essa medida.

Fonte: www.anpm.corm.br

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